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Cidadania que Acolhe

Nossos Programas

Conheça as iniciativas e orientações do Cidadania que Acolhe.

Como podemos ajudar

O Instituto Cidadania que Acolhe trabalha para aproximar mulheres de informações, direitos, serviços públicos e oportunidades de apoio.

Por meio de conteúdos educativos, ações sociais e articulação com a rede de proteção, buscamos ajudar mulheres a reconhecer situações de violência, conhecer os mecanismos de defesa, acessar políticas públicas e encontrar caminhos para reconstruir suas vidas.

Informação, acolhimento e orientação para que nenhuma mulher precise enfrentar a vulnerabilidade sem conhecer seus direitos.

Nossas frentes de atuação

Enfrentamento à violência contra a mulher

Orientamos e conscientizamos sobre:

  • Reconhecer

    • Como identificar os diferentes tipos de violência contra a mulher.
    • Como reconhecer os sinais de um relacionamento abusivo.
    • Como identificar situações de risco e buscar apoio para um recomeço seguro.
  • Agir e se proteger

    • Como pedir uma medida protetiva de urgência.
    • Como buscar ajuda em situações de ameaça, agressão, perseguição e violência doméstica.
    • Como conhecer os canais de denúncia e os serviços de atendimento às mulheres.
  • Conhecer seus direitos e a rede

    • Como conhecer os direitos garantidos pela Lei Maria da Penha.
    • Como procurar delegacias, Defensoria Pública, Ministério Público e outros serviços da rede de proteção.

Seus Direitos

Conheça as leis que protegem as mulheres. Toque em cada uma para saber mais.

Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006)

Cria mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher — física, psicológica, sexual, patrimonial e moral — e garante medidas protetivas de urgência.

Lei do Feminicídio (Leis nº 13.104/2015 e nº 14.994/2024)

Considera o feminicídio um crime autônomo e hediondo quando o homicídio é cometido contra a mulher por razões da condição do sexo feminino ou em contexto de violência doméstica, com penas que variam de 20 a 40 anos de reclusão.

Lei do Minuto Seguinte (Lei nº 12.845/2013)

Assegura atendimento emergencial, integral e humanizado pelo SUS a vítimas de violência sexual, incluindo profilaxia de ISTs, prevenção de gravidez e suporte psicológico, independentemente de boletim de ocorrência.

Lei da Importunação Sexual (Lei nº 13.718/2018)

Criminaliza atos libidinosos praticados contra alguém sem consentimento, como assédios em transportes públicos, e a divulgação não autorizada de cenas de estupro ou nudez.

Lei do Stalking (Lei nº 14.132/2021)

Tipifica o crime de perseguição reiterada, presencial ou virtual, que ameaça a integridade física ou psicológica e restringe a liberdade da vítima.

Lei Carolina Dieckmann (Lei nº 12.737/2012)

Torna crime a invasão de dispositivos eletrônicos, como celulares e computadores, para obtenção, alteração ou vazamento de dados e fotos particulares.

Lei Joanna Maranhão (Lei nº 12.650/2012)

Altera os prazos de prescrição de crimes sexuais contra crianças e adolescentes, fazendo com que o tempo para denúncia passe a contar a partir dos 18 anos da vítima.

Igualdade Salarial e Direitos Trabalhistas (Lei nº 14.611/2023)

Reforça a obrigatoriedade de igualdade salarial entre homens e mulheres que exercem a mesma função e estabelece regras de transparência para as empresas.

Direito a Acompanhante em Serviços de Saúde (Lei nº 14.737/2023)

Garante às mulheres o direito de ter um acompanhante maior de idade em consultas, exames e procedimentos em estabelecimentos públicos e privados de saúde.

Medida Protetiva de Urgência

Pode ser solicitada na delegacia, inclusive sem advogado. A decisão judicial deve sair em até 48 horas. Leve documentos e o que tiver de provas, como mensagens e fotos, mas você pode pedir mesmo sem elas.

Direito ao Sigilo e à Privacidade

Seus dados e o seu relato devem ser tratados com sigilo durante todo o processo. Você tem direito de ser ouvida com respeito, em local reservado, sem exposição.

Atendimento Prioritário no SUS e Acompanhamento Psicológico

Você tem direito a atendimento prioritário na rede de saúde pública e a acompanhamento psicológico gratuito. Procure a unidade de saúde mais próxima ou o CREAS.

Acesso a programas sociais e políticas públicas

Compartilhamos informações sobre programas e serviços que podem contribuir para a proteção social e a autonomia das mulheres, incluindo:

  • Programa Goiás por Elas
  • Programa Mães de Goiás
  • Cadastro Único e Bolsa Família
  • Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS)Conforme os critérios de elegibilidade.Guia para mães atípicas
  • Aplicativo Mulher Mais SeguraE outros recursos oficiais de proteção.
  • Serviços socioassistenciaisE equipamentos públicos de atendimento.
  • Qualificação profissionalGeração de renda e inclusão social.
  • Preencha a ficha de cadastro para que possamos te oferecer o apoio necessário.

    Abrir Ficha de Inscrição(abre em uma nova aba)

Orientação e encaminhamento

Ajudamos a identificar os serviços públicos e as instituições que podem atender cada situação, considerando as necessidades de:

  • Proteção
  • Assistência social
  • Orientação jurídica
  • Apoio psicossocial

O Instituto também busca construir parcerias para ampliar o acesso das mulheres a esses serviços.

Apoio social e recomeço

Por meio de campanhas, mobilizações e parcerias, promovemos iniciativas de apoio a mulheres e famílias em situação de vulnerabilidade, com arrecadação de:

  • Alimentos
  • Roupas
  • Produtos de higiene
  • Itens essenciais

Conforme a disponibilidade das ações.

Nosso trabalho vai além da ajuda imediata. Buscamos conectar acolhimento, informação, direitos e oportunidades para contribuir com a autonomia e a reconstrução de vidas.

Veja fotos das nossas ações

Apoio às mães atípicas

Compartilhamos informações e caminhos de acesso a direitos, benefícios sociais, serviços públicos e redes de apoio para mães de crianças e adolescentes com deficiência, autismo e outras condições do neurodesenvolvimento.A iniciativa busca ampliar o acesso à informação, favorecer a inclusão e aproximar essas famílias das políticas públicas e dos serviços disponíveis.

  • Guia de Direitos: BPC / LOAS

    O Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) e a Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) garantem direitos à pessoa com deficiência.

    • BPC/LOAS: um salário mínimo mensal para quem atende aos critérios de renda e deficiência
    • Isenções de impostos na compra de veículo, conforme a lei
    • Passe livre no transporte, quando a pessoa se enquadra nos critérios
    • Orientação para o CadÚnico, necessário para pedir vários desses benefícios
  • Apoio Educacional: AEE

    Toda criança com deficiência, TEA ou TDAH tem direito a condições para aprender na escola comum.

    • Atendimento Educacional Especializado (AEE) no contraturno
    • Mediador ou profissional de apoio escolar, quando necessário
    • Adaptação curricular e de atividades para cada criança
    • Como conversar com a escola e registrar o que foi combinado
  • Rede de Apoio e Saúde Mental

    Cuidar de quem cuida também é essencial. Você não precisa dar conta de tudo sozinha.

    • Grupos de acolhimento com outras mães atípicas em Goiânia
    • Momentos de autocuidado e escuta
    • Encaminhamento para atendimento psicológico na rede pública
    • Trocas de experiências, dicas e informações confiáveis

Quer ajuda para entender qual direito se aplica ao seu caso?

Falar no WhatsApp(62) 99311-9499 (abre em uma nova aba)